quarta-feira, 8 de julho de 2015

Anos 80: ACM e José Carvalho receberam o título de cidadão catuense

Em meados da década de 80, provavelmente em 1982, na condição de ex-governador, Antônio Carlos Magalhães(ACM) e o engenheiro, fundador da Ferbasa José Carvalho,  receberam o título de Cidadão Catuense em solenidade na Câmara dos Vereadores de Catu. A sessão solene presidida pelo então Presidente da Câmara de Vereadores Catu, João Bôsco de Oliveira Seixas(Atualmente Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia).

Na mesa entre outras autoridades, estavam presentes prefeitos e ex-prefeitos, Gilberto Araújo, Ieda Araújo, os deputados federais Rômulo Galvão e Hélio Correia e os deputados estaduais José Rocha, João Bacelar, Nobelino Dourado, Carlos Araújo e Paulo Maracajá. Ao lado recorte da matéria do Jornal A Tarde.

Colaboração: Dôra Seixas.















domingo, 7 de junho de 2015

Inauguração da reforma do Mercado da Farinha na administração de Iêda Araújo

Inauguração da reforma do Mercado da Farinha, quando Iêda Araújo era prefeita de Catu, com a presença do deputado Jonga Bacelar, o ex-prefeito de Catu e marido de Iêda Gilberto Araújo, dentre outras personalidades catuenses da época.

Crédito: Carlos Barbosa







 










Anos 80: Antônio Carlos Magalhães discursando na Câmara Municipal de Catu


O então Governador do Estado, Antônio Carlos Magalhães, discursando na Câmara Municipal de Catu ao lado do prefeito Gilberto Araújo e demais políticos da época. 

Crédito: Carlos Barbosa


sábado, 16 de maio de 2015

Capela Deus Menino em Panelas



Capela Deus Menino, construída pelo Prefeito Bento Abade de Freitas, e inaugurada no dia 1º de Novembro de 1970, na comunidade rural de Panelas no município de Catu-BA.

Fonte: Carlos Barbosa




quarta-feira, 29 de abril de 2015

O MUNICÍPIO DE CATU: CONTEXTO HISTÓRICO


Este capítulo tem como objetivo apresentar a origem do município de Catu e da Fazenda Modelo de Criação. O presente trabalho se estrutura a partir do estudo do Instituto Federal Campus Catu. Deste modo, conhecer o território no qual se localiza, sua história e a relação com o campus é uma necessidade que corroborará o entendimento do objeto de estudo.
Localizada às margens da atual Rodovia Federal BR 110, esta terra de tupiniquins e pataxós (figura 1) aos quais se atribui a palavra catu, que quer dizer, em tupi-guarani, bom (IBGE, 2009), foi tomada por colonos portugueses que acabaram por expulsar os indígenas para o sertão, porquanto tentavam escravizá-los. A expressão cunhada pelos indígenas mostrou-se verdadeira, local de terras férteis, dentre outras culturas que ali prosperaram, como a cana-de-açúcar, o fumo bem adaptou-se a ponto da produção ter sido exportada no passado para Alemanha, Holanda e outros países europeus.



Figura 1 – Vila de Santana do Catu
Fonte: Souza (2010).

Essas terras já fizeram parte das sesmarias do Conde da Ponte, João de Saldanha da Gama Melo Torres Guedes Brito (1773-1809), sexto governador da capitania da Bahia, a quem o Príncipe Regente D. João enviou carta ordenando ―a abertura dos portos do Brasil a todas as mercadorias transportadas por navios de seus vassalos e de estrangeiros de nações amigas‖ (IBGE, 2009).
Época em que a construção de capelas ou a ocasional fixação de um ponto de parada de viajantes originando, assim, uma feira, significava a gênese de uma futura cidade, com o povoamento e posterior fundação da Freguesia de Santana do Catu não foi diferente, (figuras 2 e 3). Ocorreu através da ação da Igreja Católica, na pessoa do 12.° Arcebispo da Bahia, Dom Antônio Correia, no ano de 1787. A demarcação do alcance das terras da dita freguesia aconteceu anos depois, em 23 de julho de 1830, na residência do visitador, onde reuniram-se o Padre João Nepomuceno Moreira de Pinho, os vigários de Santana do Catu e o de Alagoinhas. A demarcação foi reconhecida em 26 de junho de 1863 pelo presidente da Província, Dr. José Bonifácio Vasconcelos de Azambuja (IBGE, 2009).


Figura 2 – Vila de Santana do Catu
Fonte: Souza (2010).

Através da Lei Provincial nº. 1.058, de 26 de junho de 1868 foi criado o município de Santana do Catu, desmembrado da Vila de São Francisco, e sua efetiva instalação deu-se a 6 de março de 1877. Até 1911 o município era composto de três distritos, quais sejam, Santana do Catu, São Miguel e Pojuca. Este último foi desmembrado quando se tornou um município através da Lei estadual n.° 79, de 29 de julho de 1913 (IBGE, 2009).



Figura 4 – Igreja Nossa Senhora de Santana – Procissão – Catu - BA
Fonte: Souza (2010).

Acima, (figura 4) é possível vislumbrar a praça principal, onde se localiza a Capela de Nossa Senhora de Santana, em dia de procissão. Outro momento de confluência dos moradores dos diferentes distritos para a sede eram os dias de feira (figuras 5 e 6).


Figura 5 – A feira-livre – Município de Catu
Fonte: Souza (2010).

A simplificação do nome para Catu e a elevação ao status de cidade ocorreu através do Decreto Estadual n.º 7.455, de 23 de junho de 1931, ratificado pelo de número 7.479, de 8 de julho do mesmo ano (IBGE, 2009).
Pelo Decreto Estadual n.° 11.089, de 30 de novembro de 1938, o município passou a ser constituído por três distritos: Catu (sede), Bela Flor (ex-São Miguel) e Sítio Novo (IBGE, 2009).

Fonte : Trecho da tese de doutorado da professora Maria Arlinda de Assis Menezes 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Catu: Região do centro da cidade no ano de 1964








Crédito: Antonio Sergio Farias

Casarão da família da senadora Lídice da Mata, atualmente o banco Bradesco no comércio.



Residência dos avós da senadora Lídice da Mata aqui em Catu, o casarão ocupado atualmente pelo banco Bradesco no comércio.

Fonte: Tiago Amorim